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Inovação à vista: Atenção ao mercado vegetariano!



A substituição do uso da proteína animal na alimentação é uma tendência que vem crescendo nos últimos anos. Nesse artigo vamos discutir sobre esse mercado no Brasil e no mundo, além de trazer dicas para empresários desse segmento.

Entendendo melhor os estilos de vegetarianismo

Dentro do vegetarianismo existem quatro principais vertentes, o que há de comum entre elas é o não consumo de carne. Porém, cada uma tem diferentes restrições na dieta:

1 - Ovolactovegetarianismo: Essa dieta é a menos restritiva, onde os adeptos permanecem se alimentando de ovos e leite.

2 – Lactovegetarianismo: Quem segue essa dieta paralisa o consumo de ovos, mas mantém o consumo de leite e seus derivados.

3 – Ovovegetarianismo: O consumo de leite e seus derivados são suspensos, mas permanecem se alimentando de ovos.

4 - Vegetarianismo estrito: Consomem apenas alimentos de origem vegetal, excluindo todo e qualquer item de origem animal.

Como cada estilo segue uma dieta diferente, é interessante que os restaurantes desse segmento busquem trazer opções variadas no cardápio, para atender cada um desses perfis. Além disso, devido ao público crescente, restaurantes de diversos segmentos vem apresentando uma opção vegetariana ou vegana em seus cardápios.


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O futuro da carne: Visão do mercado

Diversas empresas foodtechs ao redor do mundo estão engajadas no movimento de diminuição do consumo de carne, como as americanas Impossible Foods e a Beyond Meat, que fabricam “carne vegetal” (carne plant-based). A grande diferença desse tipo de carne para a já conhecida carne de soja é a alta similaridade com a carne normal, considerando textura e sabor. Essas empresas usam aminoácidos, lipídeos e minerais retirados de plantas para criarem carne de hambúrguer e salsichas.

Esse mercado vem contando com investimentos bilionários, incluindo de várias personalidades, como Bill Gates, Jeff Bezos e Leonardo DiCaprio. Um fato marcante do ano de 2019 foi a entrada da Beyond Meat na bolsa de valores americana, e atualmente a empresa vale 8 bilhões de dólares, o que representa que o mercado espera um crescimento desse setor para o futuro.

Nos EUA, 3,4% da população se considera vegetariana. Porém, ao considerar apenas a faixa de idade entre 25 - 34 anos, 25% dos americanos são vegetarianos. Isso só reforça a ideia de crescimento para esse mercado.


No Brasil

Segundo dados do Datafolha de janeiro de 2017, 63% dos brasileiros desejam reduzir o consumo de carne. Já um levantamento realizado pelo IBGE em 2015 apontou uma redução de 8% no consumo de carne bovina no Brasil, sendo o menor número desde 2001.

De acordo com um levantamento feito pelo IBOPE em 2018, 14% da população brasileira se considera vegetariana. Nas regiões metropolitanas de grandes cidades, este percentual sobe para 16%. Isso representa um crescimento de 75% em relação a 2012, quando a mesma pesquisa identificou 8% da população de grandes centros sendo vegetariana.

Apesar dos números acima evidenciarem o alto crescimento do mercado de alimentação vegetariana, o número de estabelecimentos especializados, como restaurantes veganos, ainda é baixo, principalmente em cidades afastadas de grandes centros. Pensando nisso, separamos algumas dicas para pequenos empresários que pensam em entrar nesse setor, ou já tem o seu negócio.


Três dicas para o mercado vegetariano:


1 – Estar sempre atento para inovações

Uma das queixas do público é a falta de variedade e criatividade nos pratos veganos. Buscar atualizar o cardápio e ter um bom marketing associado ajuda a atrair não somente o seu público alvo, mas também pessoas que não são vegetarianas a irem no seu estabelecimento e experimentarem seus produtos.


2 – Ter um delivery eficiente

Nos últimos meses, ter um delivery eficiente se mostrou algo essencial para restaurantes. Por conta do isolamento social causado pela pandemia, esse serviço apresentou um crescimento de 94% nesse ano, entre janeiro e maio.


3 – Seja sustentável

Uma das principais motivações das pessoas se tornarem vegetarianas e veganas é o alto impacto ambiental causado pela indústria da carne. Assim, é essencial que seu restaurante seja adepto dessa causa e busque estratégias para reduzir o consumo de energia e água.


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Gostou das dicas e ainda tem dúvidas sobre esse segmento? Envie-nos uma mensagem, a PROJEQ pode ajudar o seu estabelecimento a trazer aquela novidade que pode diferenciá-lo no mercado!

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