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UM INIMIGO EM COMUM: Soluções inovadoras para os canudos plásticos


O planeta está há anos emitindo um pedido de socorro em relação à utilização de canudos plásticos. A princípio, os ambientalistas eram os principais responsáveis por emitir um alerta sobre os danos que tal produto causa, já que animais marinhos morrem diariamente em decorrência da poluição dos oceanos. No entanto, a população em geral está cada vez mais sensibilizada e consciente sobre o assunto.


O canudo é produzido a partir de resinas plásticas que são feitas por meio de aquecimento de hidrocarbonetos, processo conhecido como “processo de cracking.” O objetivo aqui é quebrar as moléculas maiores em partículas de etileno, propileno, e outros tipos de hidrocarbonetos. A quantidade de etileno produzido depende da temperatura de “cracking”, ou seja, de fracionamento. Quando este procedimento é completado, os compostos são formados em cadeias que são conhecidas como polímeros. Diferentes polímeros são combinados para produzirem as características daquele plástico.


Quatro minutos na boca, mais de duzentos anos nos oceanos. Essa é a média do tempo que usamos um canudo de plástico e que o material leva para se decompor no mar, para onde vão cerca de oito milhões de toneladas de plástico por ano, segundo o grupo Ocean Conservancy, com sede nos Estados Unidos. O canudo foi o 7º item mais coletado nos oceanos em todo o mundo no ano de 2017, de acordo com a ONG supracitada. Esse tipo de descartável corresponde a 4% de todo o lixo plástico encontrado no mundo.


Diariamente, estes descartáveis são jogados em locais inadequados e, posteriormente, despejados no mar, aonde espécies marinhas morrem ou ficam feridas quando entram em contato com o plástico em questão. Em virtude disso, você acha certo e ético utilizar canudos plásticos, mesmo sabendo do mal enorme que ele faz ao meio ambiente?


Pela empatia que nos é dada, diante da imagem apresentada, além de pensar em tantos outros animais e problemas correlatos, a resposta para a pergunta acima é não.

Mas, como mudar esta realidade?


Em alguns países como Reino Unido e Estados Unidos, medidas estão sendo tomadas à cerca do assunto. Na terra da Rainha Elizabeth, planos para reduzir e banir definitivamente estes descartáveis foram anunciados no último ano, por intermédio de uma ação do poder público dando incentivo para as indústrias. Já nas terras americanas, algumas cidades transformaram o combate ao canudo em lei, é o caso de Seattle. Em julho do ano passado, passou a proibir o uso de utensílios feitos com a resina obtida a partir do petróleo (ao qual o canudo se encaixa) em restaurantes, cafés e lojas de alimentação. O descumprimento da regra equivale a multas a partir de US$ 250. Apenas nos Estados Unidos, o consumo diário de canudinhos chega a 500 milhões de unidades por dia. Na natureza, seu tempo de decomposição é de aproximadamente 200 anos.


No Brasil, a cidade pioneira nesta segmentação é o Rio de Janeiro. Desde o ano passado, bares, restaurantes e quiosques são obrigados a oferecer canudos biodegradáveis de papel. A punição para quem não seguir a lei pode chegar a multas de R$ 6 mil.

No nosso país, a Abiplast, que é a Associação Brasileira da Indústria do plástico, entidade que representa o setor do plástico, tem feito algumas ações para aumentar a conscientização nas indústrias do ramo. Em 2016, a associação lançou o selo Senaplas, que identifica as empresas recicladoras que trabalham dentro dos critérios sociais, ambientais e econômicos exigidos por lei. Depois de dois anos, apenas 14 conseguiram a chancela. Há ainda a modalidade do selo que certifica produtos feitos com plástico reciclado para garantir um material com maior qualidade.


Tendo em vista este selo, e as leis que estão em prática em todo o globo, as indústrias brasileiras e do mundo inteiro já estão trocando o canudo de plástico por outros materiais, e tentando outras alternativas que já vêm se consolidando, existem vários tipos de materiais, como:


Sorbos: que é feito de açúcar, então depois de utilizar ainda podemos consumir, e não prejudica o meio ambiente;

Biodegradáveis: 99% celulose vegetal e 1% cola branca grau alimentício (impressão com tinta a base d'água);

Vidro: o canudo ecológico da Mentah tem produção 100% brasileira, e é fabricado em vidro de borossilicato, inerte e termorresistente (o mesmo utilizado em laboratórios). Durável e reutilizável, o produto possui parede espessa e boa resistência a quebras.


Se você se sentiu estimulado a fazer algo em relação aos canudos plásticos, comece de agora, pois, depois poderá ser tarde demais. Comece de você essa mudança, recuse o canudo ou use um produto com outro material. Muitos empreendedores estão inovando e criando novas alternativas viáveis tanto para o consumidor, quando economicamente para o estabelecimento. Está como dúvidas de por onde começar? Quer soluções inovadoras para este e diversos outros problemas? A PROJEQ pode lhe ajudar nisso! Entre em contato, e agende uma visita gratuita.

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