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FERRAMENTAS DA QUALIDADE NA INDUSTRIA FARMACÊUTICA

Responsável por um setor amplo, inovador e muito lucrativo, a indústria farmacêutica se destaca pela produção de medicamentos eficazes e seguros. A especialização se torna um dos principais pontos fortes dessa cadeia produtiva, tendo em vista que é exigido ter conhecimento sobre as matérias-primas utilizadas e técnicas específicas de cada processo.


Visando assegurar a qualidade dos produtos e sistematizar o processo de produção, a indústria farmacêutica vem introduzindo ferramentas de garantia da qualidade, instrumentos que visam auxiliar nas decisões organizacionais. São utilizadas para definir, avaliar e propor soluções de problemas que interferem no desempenho dos processos produtivos. Avaliando desde sua natureza inicial, até mesmo a não existência de problemas, as usando de forma preventivas dos mesmos.  


6 FERRAMENTAS DA QUALIDADE   


  • Folhas de Verificação (Check List): Planilhas utilizadas para coleta e análise de dados. Poupa tempo eliminando o trabalho de anotar cada item que ocorre repetidamente. É um método muito eficiente para analisar onde estão ocorrendo problemas.  

  • Fluxograma: É uma das ferramentas de planejamento voltada à identificação do melhor fluxo a ser percorrido dentro do processo produtivo. Por meio de símbolos gráficos, o fluxograma demonstra visualmente as diferentes etapas produtivas, permitindo uma visão global do processo, analisando limites e facilitando a compreensão do conjunto.  

  • Gráficos de Dispersão: Uma das ferramentas investigativas e representa graficamente a relação entre duas variáveis – mostra o que acontece com uma quando a outra muda. Permite analisar a existência de relação entre duas variáveis que podem ser quantificadas. Por exemplo: horas de trabalho por turno, velocidade das máquinas, tamanho do lote.

  • Sigma: Esta ferramenta atua na aplicação de métodos estatísticos em processos com a finalidade de eliminar defeitos. O número de sigmas é uma variável da performance de processo. Quanto maior ele é, menor a sua variabilidade. O nível 6 Sigma gera apenas 3,4 defeitos por milhão, enquanto o nível 3 Sigma equivale a 35 mil defeitos por milhão. Geralmente, processos com muita variabilidade têm alta probabilidade de gerar produtos com desvios ou fora da especificação. O objetivo dessa ferramenta é levantar esses defeitos e eliminá-los.

  • Diagrama de Causa e Efeito: Também conhecido como Espinha de Peixe ou Diagrama de Ishikawa, proposta pelo químico japonês Kaoru Ishikawa, nos anos 1960, e aperfeiçoada anos depois, é uma ferramenta gráfica utilizada para o gerenciamento e controle da qualidade, especialmente na produção industrial. Sua característica básica é considerar que toda causa produz um efeito, sendo assim, propõe estudar as causas para se chegar ao cerne do problema e sua possível solução. A imagem associada à ferramenta ocorre porque as causas levantadas convergem para uma linha que determinará a descoberta do efeito, formando um desenho que se assemelha a uma espinha de peixe.

  • Histograma: Diagrama de barras verticais que representa a frequência dos dados. É uma ferramenta de controle e classificação usada para mostrar a periodicidade com que algo acontece. Pode ser útil para priorizar e relacionar ações.   


Para evitar assim, a perda da qualidade e futuros problemas inspecionais é necessário adotar as ferramentas da qualidade que evitam a reincidência de desvios e nos ajudam a estabelecer processos mais objetivos e diretos, aumentando a produtividade e a qualidade final dos produtos.


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