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Biossegurança: Segurança no ambiente hospitalar

A biossegurança cada dia mais está inclusa nas pautas dos diretores de hospitais e clínicas, principalmente no cenário atual em que o mundo vive, a pandemia causada pelo vírus da COVID-19.

De um modo geral, biossegurança hospitalar é definida como um conjunto de normas e procedimentos que devem ser aplicadas no cotidiano profissional de quem trabalha nesse setor, porém, a adequação a essas normas higiênico-sanitárias são um dos diversos desafios diários enfrentados por muitos hospitais. Assim como qualquer outro local de trabalho, os hospitais também oferecem risco aos colaboradores, o que vai diferenciar de um ambiente para outro, é o potencial dos riscos oferecidos.

Neste artigo, falaremos sobre biossegurança em ambiente hospitalar, dicas para implementar e muito mais. Confira!!


A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA E A BIOSSEGURANÇA HOSPITALAR

De acordo com a lei de Biossegurança (11.105/15), o artigo 17 da mesma vem falar o seguinte: “Toda instituição que utilizar técnicas e métodos de engenharia genética ou realizar pesquisas com OGM e seus derivados deverá criar uma Comissão Interna de Biossegurança - CIBio, além de indicar um técnico principal responsável para cada projeto específico. ” Com isso, é de suma importância cumprir as normas e realizar os procedimentos de forma correta, evitando assim riscos à saúde humana e até prejuízos ao hospital.

(http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11105.htm)

O órgão que regulamenta a Lei de biossegurança é a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), composto por vários profissionais de ministérios e indústrias de biotecnologia. São dois órgãos responsáveis pela fiscalização da segurança no ambiente de trabalho, o SESMT (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho), e a CIPA (Comissões Internas de Prevenção de Acidentes).